"Paquera de chefe não é assédio sexual, diz Justiça"
Como diria aquele filósofo televisivo, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Paquerar realmente não é, necessariamente, assédio sexual. Portanto, o título texto está de bom tamanho.
Mas, se de fato o tal chefe disse que a guria teria que transar com ele pra continuar trabalhando no local, acho que a coisa não é tão simples assim. Ele teria falado isso em tom de brincadeira, porém toda brincadeira tem um fundo de verdade. Paquera teria sido ele chamá-la pra jantar ou ver um filme - no cinema. Se o convite foi para "dormirem juntos", acho que ele foi longe demais.... E é óbvio que a tal testemunha iria querer livrar a cara do chefe, provavelmente pensando em salvar seu próprio emprego.
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