Quando um homem mora longe de seus livros de cabeceira, corre o risco de esquecê-los e passar a acompanhar o senso comum.
Talvez um problema (ou um risco) de Brasília seja o fato de seus habitantes estarem longe de seus livros de cabeceira. Daí a esquecerem o motivo que os levou até lá é fácil.
É um perigo que todos corremos. Podem ser livros, filmes ou discos de cabeceira. Não podemos esquecê-los!
O livro de cabeceira não precisa ser o mesmo durante toda a vida. As pessoas mudam, mudam os livros. Alguns mais fortes, outros nem tanto, mas é imprescindível ter um livro (ou filme ou disco) de cabeceira.
Pena que tantos incorram neste erro.
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